segunda-feira, 1 de fevereiro de 2016

Minhas Leituras em 2012

47. Vivendo com propósitos. Ed René Kivitz. Mundo Cristão, 268 págs.
Não, não é um daqueles livros de auto-ajuda que abarrotam as prateleiras das livrarias. O premiado autor se propõe a filosofar e teologizar em busca de uma resposta cristã para o sentido da vida, o que faz com muita segurança e habilidade. Uma leitura reflexiva, vivificante e transformadora. Ed confronta o leitor com a realidade de que este foi criado a imago dei, e, portanto deve viver como tal. Muito bom. Recomendo.

46. O drama do calvário. Isaltino Gomes. Abba Press, 136 págs.
Um dos livros mais bem escritos que já li. O autor é de uma polidez impressionante. A história da obra redentora do Cristo, crucificado, narrada em forma de peça teatral, uma idéia genial (gostaria de ter escrito este livro, confesso). Muito bom mesmo, aprendi muito. Recomendo, é claro.

45. Vidas secas. Graciliano Ramos. Record - Martins, 167 págs.
Excelente! Afinal de contas trata-se de uma obra do ilustre romancista alagoano. Narrativa escrita na terceira pessoa, eivada por monólogos. Retrata a vida sofrida de uma família pacata - Fabiano, Vitoria, os seus dois filhos e mais Baleia, a cachorra - que por conta da seca é obrigada a peregrinar pelos rincões nordestinos em busca de sobrevivência. Uma historia fascinante, bem contada, bem escrita, apesar dos capítulos serem autônomos entre si. O ponto mais alto do livro é o momento em que a cachorra Baleia (a personagem mais humana da história) é executada por Fabiano, por estar doente. Emocionante! Ah! No final do livro tem o posfácio (extenso, diga-se de passagem) de Alvaro Lins, que embora acrescente algo, se esquecessem de inseri-lo, não faria falta alguma. De qualquer forma, o brilho de Graciliano Ramos permanece. Recomendo!

44. Ponto final - a vida cristã como ela é. Rubem Amorese. Ultimato, 237 págs.
Muito bem escrito. O tema é sugestivo e audacioso, pois num primeiro olhar imprime a ideia de um pensamento fechado ou normativo acerca da conduta cristã, todavia no descortinar de cada pagina, temos a proposta-conselho de um perfil para o verdadeiro cristão, frente as mais variadas situações vivenciadas no quarto, na igreja, na rua e na mídia, inclusive. Amorese é claro e objetivo, vai direto ao ponto final. Como se espera, recomendo.

43. Vozes do cristianismo primitivo. E. Glenn Hinson e Paulo D. Siepierski. Arte Editorial, 170 págs.
Muito bem documentado. Os autores trilham por caminhos históricos do cristianismo primitivo, visando alcançar as vozes (pessoas comuns, pobres, oprimidos) que iniciaram esse movimento religioso, mas foram silenciadas pelas narrativas históricas dos poderosos. Uma apologia a teologia da libertação. Não obstante, o material apresenta alguns erros gramaticais e a formatação não é das melhores. De qualquer forma, recomendo, pois acrescenta.

42. Nossa igreja brasileira. Ariovaldo Ramos. Hagnos, 115 págs.
O autor é inegavelmente muito bom e seguro no que escreve e maduro em sua opinião, que considero mais como alerta à igreja brasileira, para que esta tome consciência da força que tem, enquanto agente de transformação. Ariovaldo, em suas considerações, surpreende por diversas vezes (destaque para o seu desabafo intitulado "não quero ser mais evangélico", que é fascinante). Com isso, enquanto leitor e acima de tudo cristão, devo compartilhar do mesmo sentimento (alegria? tristeza? talvez ambos?) do autor em relação a nossa querida e amada igreja brasileira. Também não posso deixar de registrar aqui minhas recomendações a todos os que são sensíveis a voz do Senhor da Igreja.

41. O que é Missão Integral? René Padilla. Ultimato, 136 págs.
Escrito por um premiado teólogo latino-americano, com uma linguagem clara e precisa, sem rodeios. Padilla, ao longo de cada capítulo responde a pergunta que é título do livro. Destaque ao capitulo que trata do compromisso cristão e consciência social que desafia o leitor a vivenciar sua vocação revolucionaria, a fim de relacionar o discurso com a prática cristã, o que caracteriza a chamada missão integral. Obrigado ao autor por nos desafiar a cumprir nosso dever cristão. Recomendo.

40. Ética ministerial. James Carter e Joe Trull. Vida Nova, 318 págs.
Embora tenha certa aversão a manuais, reconheço que este me surpreendeu, talvez pelo fato de ter sido escrito por um professor universitário e um pastor, o que forneceu certo equilíbrio temático. Ambos descortinam o cenário ético ministerial norte-americano, ora expondo alguns casos vergonhosos ora tecendo orientações e promovendo reflexão acerca da conduta devida esperada pelo ministro cristão, recomendando, inclusive a elaboração e aplicação de um código de ética pessoal. Leitura empolgante e obrigatória, diga-se de passagem.

39. Jesus, Judeu Praticante. Ephraim. Paulinas, 417 págs.
Excelente! Esperava há muito tempo pela oportunidade de ler este livro, e minhas expectativas não foram frustradas. O autor é seguro em suas afirmações e considerações acerca de Jesus no contexto judaico, reportando-se as literaturas rabínicas e principais textos da tradição judaica, na maioria dos casos. Muito bem documentado, com uma linguagem empolgante. Possibilitou-me uma visão inovadora dos evangelhos, compreendendo realmente Jesus como um judeu praticante. Uma leitura obrigatória para aqueles cristãos que reconhecem nosso enraizamento na cultura judaica.

38. Cristianismo sem religião? Questões abertas. Gustave Thils. Vozes, 188 págs.
O titulo é ao mesmo tempo intrigante e polêmico, mas a proposta do autor é válida, a saber: pensar o cristianismo de uma forma menos religiosa. Thils tece seus comentários, afirmações e ponderações apoiado nas prescrições da constituição dogmática/pastoral "Gaudium Et Spes", o que justifica até certo ponto a linguagem rebuscada. De qualquer forma o livro acrescenta, sua leitura vale a pena.

37. A bacia das almas - confissões de um ex-dependente de igreja. Paulo Brabo. Mundo Cristão, 325 págs.
Brabo, com sua bacia, me furtou as palavras! Fantástico! Um repositório de ideias que enriquecem a alma, tornando-a produtiva. Com um estilo literário que lhe é próprio e uma linguagem quase sempre burlesca, Brabo percorre pelas vias de acesso das chamadas instituições (mormente da igreja), todavia não se prendendo a estas, mostrando-se realmente um ser não dependente delas. Uma leitura obrigatória. Parabéns, Brabo.

36. Por que ainda ser cristão hoje? Hans Küng. Verus, 105 págs.
O autor é de tirar o chapéu. Küng é corajoso, pois apresenta verdades que desafiam a estrutura doutrinaria do catolicismo romano. Alcança o seu ápice quando traz a baila a necessidade do cristão - o verdadeiro - possuir uma orientação básica tanto na vida individual quanto social, a fim de converter corações, mudar a mentalidade cristã. Um excelente livro. Não vejo a hora de conversar novamente com Hans Küng.      

35. Demitologização. Rudolf Bultmann. Sinodal, 119 págs.
Ler alguns dos ensaios deste ilustre teólogo alemão foi de indizível valor e significação para a perspectiva neotestamentária que tenho de alguns textos da tradição cristã. O autor é bastante erudito - o que já era de se esperar - em sua proposta de demitologização das passagens mitológicas do Novo Testamento. Em dados momentos evoca figuras importantes e polemicas da filosofia e da teologia, tais como: Kierkegaard, Heidegger e Schleiermacher, o que enriquece e aprimora sobremodo o raciocínio do autor. Definitivamente uma excelente leitura.

34. Curando os enfermos. Charles e Frances Hunter. Semin, 229 págs.
Li por indicação de um pastor amigo meu. Mas confesso que não me agradei nem um pouco. A tradução do inglês é péssima, muitos notáveis e grotescos erros de sintaxe e gramática. Sem falar na diagramação do texto que por vezes deixou a desejar. Quanto ao conteúdo, os autores seguem a linha dos chamados "mestres da fé", que propugnam uma serie de asneiras acerca da cura divina. Afirmar que o ato de curar os enfermos pode ser ensinado, é no mínimo petulante. Como era de se esperar, não recomendo.  

33. Igreja? Tô fora! Ricardo Agreste. SOCEP, 117 págs.
O autor é bom e o conteúdo é excelente. Traz a lume o verdadeiro sentido de ser igreja frente a uma turba de pessoas que consideram a Igreja um hospital ou casa de repouso, senão uma pequena empresa com um vasto balcão de serviços a gosto do cliente/consumidor. Diante desse quadro caótico digo e repito: Tô fora! O livro vale a pena.

32. O dever do advogado e a Posse de direitos pessoais. Rui Barbosa. Martin Claret, 121 págs.
São duas obras do preclaro Rui Barbosa reunidas em um só volume, o que, a meu ver, foi prejudicial ao leitor, pois enquanto na primeira parte o autor, de forma cativante, trata do comportamento do advogado frente a questões de cunho moral e social que vivenciará em seu dia-a-dia, devendo observar as leis do seu oficio, a segunda parte é um discurso maçante em torno dos direitos pessoais do indivíduo, repleto de longos trechos em latim, tornando a leitura não empolgante. Embora seja do mesmo autor, a união das duas não foi uma boa ideia, deixando claro a existência de interesses meramente comerciais, o que é lamentável.

31. Repintando a Igreja. Rob Bell. Vida, 203 págs.
Já havia conhecido o estilo de Rob Bell em "Deus e Sexo", mas neste livro fui ainda mais impactado com as verdades por ele trazidas em torno do que significa ser igreja. Com uma linguagem precisa e as vezes até divertida o autor  quebra paradigmas que enferrujam o corpo de Cristo. Estou motivado a continuar repintando a Igreja. Agradeço penhoradamente ao querido Thiago Crucciti pela indicação. Realmente foi surpreendente. Recomendo, recomendo e recomendo!

30. Confissões. Santo Agostinho. Paulus, 446 págs.
Há muito tempo esperava ler esta obra. Não a classifico como boa, mas excelente. Santo Agostinho é brilhante, a cada linha enriquece o leitor com suas confissões que a bem da verdade parece-me mais verbalizações. O conteúdo é a um só tempo vasto e conciso. A linguagem abriga traços do estilo patrístico. Indubitavelmente, recomendo.

29. O Príncipe. Nicolau Maquiavel. Madras, 192 págs.
Embora seja de Maquiavel não posso negar que é muito chato. Talvez seja em virtude da linguagem demasiadamente rebuscada. Contudo, deve ser dito que trata-se de uma obra consagrada, pois nela Maquiavel traz a baila o personagem principal das relações politicas, o príncipe, e orienta este a exercer sua função pública de modo a adotar a natureza do leão (ferocidade) e da raposa (audácia). Um bom livro. 

28. A flor e o autor. Braulio Mendes. Jobemar Editora, 111 págs.
Fabuloso ou sensacional? Eis a questão! Acredito ser este livro um misto destas duas expressões. O poeta Braulio Mendes de forma magnifica retrata a multiface realidade por nós vivida no âmbito daquilo que chamamos de sociedade. Uma leitura divinamente prazerosa. Aos amantes da boa poesia, recomendo.
 
27. Cristianismo - o mínimo do mínimo. Leonardo Boff. Vozes, 199 págs.
Puxa, consegui ler Leonardo Boff e sobrevivi! Inicialmente senti um mal-estar, proveniente de tanta bobagem escrita por Boff no primeiro capítulo. Não obstante a este infortúnio, ao prosseguir com a leitura dos demais capítulos, encontrei riquíssimos pensamentos, então constatei que o livro é desafiador, nos desafia a viver o mínimo do mínimo do Cristianismo, do verdadeiro.

26. Evangélicos em crise. Paulo Romeiro. Mundo Cristão, 209 págs.
Fabuloso! Romeiro expõe o triste cenário de crises que a Igreja evangélica brasileira enfrenta em seu corpo doutrinário. Uma abordagem competente e necessária, afinal de contas é feita por Paulo Romeiro. Muito bom.

25. O que é religião? Rubem Alves. Edições Loyola, 131 págs.
Rubem Alves é sem comparação. De uma forma que lhe é peculiar nos esclarece o que venha a ser a religião, o que consegue a cada capitulo. Confesso que agora tenho uma nova perspectiva do discurso religioso bem como das experiências do homo religiosus. Recomendo, é claro.

24. Deus e Sexo. Rob Bell. Vida, 185 págs.
Um livro de conteúdo sensacional, apesar do texto não esta justificado (erro de edição, provavelmente)! Rob Bell é fabuloso, pois a cada pagina promove uma nova e empolgante leitura da real e necessária conexão do comportamento sexual humano com a sua perspectiva de espiritualidade. Este livro deveria ser leitura obrigatória para todo ser.

23. É proibido - o que a Bíblia permite e a igreja proíbe. Ricardo Gondim. Mundo Cristão, 183 págs.
Fazia certo tempo que esperava ler este livro. Como sedento procura saciar a sua sede, devorei cada pagina em busca de resposta para alguns questionamentos até então sucumbidos pela cúpula eclesial. Apesar de Ricardo Gondim não ser muito quisto por alguns, neste livro ele é sensacional, com uma linguagem de fácil compreensão responde, devidamente fundamentado, algumas perguntas que todo cristão algum dia já fez. Durante toda a leitura dá vontade de aplaudir. Parabéns Gondim!

22. Cristianismo básico. John Stott. Ultimato, 208 págs.
Acerca de John Stott apenas tinha ouvido falar e lido em alguns livros, porém agora o conheço após a leitura desta brilhante e inestimável obra. Nela, Stott com uma linguagem simples e edificante nos apresenta os alicerces do cristianismo. Em particular, o capítulo que trata da centralidade e significado da cruz me cativou e me encheu de esperança, apesar do cenário caótico que a Igreja cristã tem protagonizado, onde todas as atenções estão direcionadas a figura humana. Todavia, ainda há tempo de vivermos e proclamarmos o cristianismo do Cristo, mantendo um relacionamento seguro, firme e permanente com o Cristo do Cristianismo. Vale a leitura!

21. O "cristianismo" diabólico - sem Cristo, sem cruz, sem santificação. Segisfredo Wanderley. Danprewan, 248 págs.
O titulo desperta a atenção da alma avida pelo saber. E o conteúdo, certamente, atende este anseio. Uma proposta, ou melhor, um desafio (para ser fiel ao objetivo do autor) para entender e compreender o verdadeiro cristianismo e após isso adotar um modelo de verdadeiro cristão. A critica que faço é que a disposição em cartas prejudica, em alguns momentos, a conexão entre as temáticas. A despeito disso, foi bom conhecer um excelente escritor brasileiro, e acima de tudo baiano.

20. Síndrome de Lúcifer. Caio Fabio D' Araújo Filho. Semear, 204 págs.
Como sempre Caio Fabio suscitando-nos admiração através dos seus escritos, inclusive. Neste livro, Caio é fantástico, pois traz a tona questões e debates necessários a sobrevivência da Igreja, que, na sua maioria, são ignoradas (será que inconscientemente?) por alguns lideres que intitulam-se como pastores, bispos e apóstolos. Fica aqui o meu agradecimento ao amigo Igor Cunha pela indicação.

19. Outra espiritualidade - fé, graça e resistência. Ed René Kivitz. Mundo Cristão, 243 págs.
Uma coletânea de artigos publicados por Kivitz que encantam a alma e alimentam o espirito. Um livro enriquecedor, repleto de fatos que condizem com a realidade da Igreja Evangélica Brasileira e também de verdades esclarecedoras. Recomendo, é claro.

18. Adoremos. Marcos Witt. Betânia, 192 págs.
Marcos Witt é referência latino-americana na área do louvor e adoração. Porém, deixa a desejar enquanto escritor. Senti falta das referencias bibliográficas (algo que valorizo em um livro). Apesar disso, confesso que extrai alguns bons apontamentos.

17. Cristianismos - questões e debates metodológicos. André Leonardo Chevitarese. Kline, 150 págs.
Um livro com conteúdo, muitas informações pertinentes a pesquisa histórico-bíblica, porém senti falta de uma conclusão, de um fechamento das ideias apresentadas nos capítulos. Contudo, não deixa de ser um bom livro.

16. Fuga da promessa e nostalgia do divino. Douglas Rodrigues da Conceição. Horizonal, 120 págs.
Espetacular! O autor foi meu professor do curso de pós-graduação em Ciências da Religião. Neste livro passei a enxergar a teologia através das lentes da literatura. A leitura vale a pena.

15. A era dos direitos. Norberto Bobbio. Elsevier, 212 págs.
O conteúdo do livro é sensacional, porém a forma como esta disposto o prejudica (sentenças gramaticais demasiadamente longas). Contudo, Bobbio é espetacular em seu discurso em prol dos direitos do homem. Agradeço ao Prof. Marcelo Pereira, da Universidade da Amazônia, pela indicação. Gostei.

14. Elementos básicos do ensino para cristãos. Robert W. Pazmiño. Cultura Cristã, 128 págs.
Um livro razoavelmente bom. O conteúdo é prejudicado pela má disposição diagramática. A despeito disso, tem algo a nos apresentar.

13. Elias está nas ruas. Caio Fábio. Betânia, 109 págs.
O primeiro livro que li do Caio Fabio e, reconheço, me impactou e me fez ver o quanto distante estou daquilo que Deus espera que eu seja. Um "livro-mensagem" que todo cristão deveria ler. Um convite a sermos um Elias no ambiente politico-religioso em que a Igreja - infelizmente - está inserida. Um livro sensacional!

12. Dinâmicas criativas para o ensino bíblico. Débora Ferreira da Costa. CPAD, 186 págs.
A despeito de o livro conter varias páginas em branco (erro de impressão ou edição), prejudicando a leitura em muitos momentos, é muito claro e objetivo. O li em poucos dias. Recomendo.

11. Dinamizando o Ensino Bíblico - dicas para professores. Coletivo de autores. Âlvorada, 119 págs.
Um bom livro, mas poderia ser melhor. Os autores utilizam uma linguagem acessível, porém são muito rasos nas abordagens realizadas, esperava uma argumentação melhor para uma temática de vital importância, a saber, o ensino bíblico.

10. Novos caminhos para a educação cristã. Júlio Zabatiero. Hagnos, 87 págs.
Um livro desafiador que nos convida a repensar acerca dos caminhos educacionais por nós escolhidos e percorridos. Uma leitura agradável sem quaisquer exageros linguísticos. Certamente o autor alcançou os objetivos propostos.

09. Ensinando para transformar vidas. Howard Hendricks. Betânia, 143 págs.
O comprei por indicação de um amigo, a primeira vista não me despertou atenção. Porém, ao me debruçar em sua leitura, reconheço que fui impactado pelas verdades e ensinamentos trazidos a baila por Hendricks. Parabéns ao autor por orientar tanto o professor quanto o aluno a estar e viver intensamente no processo ensino-aprendizagem. Aguardarei a próxima aventura, Hendricks!

08. Do contrato social. Jean-Jacques Rousseau. Martin Claret, 128 págs.
Um livro recheado de máximas, embora contenha alguns notáveis erros gramaticais e ortográficos, e também em alguns momentos sua leitura seja enfadonha. A despeito disso Rousseau reconhece a necessidade premente de uma organização social, que se faz a partir de normas, regras de convivência, leis, dentre outros elementos, sem os quais é impossível haver uma pacificação coletiva, ou seja, o direito deve ser considerado como fonte de pacificação social.

07. Manual de oratória forense. Léo da Silva Alves. Consulex, 136 págs.
Léo é espetacular em suas considerações, dicas e apontamentos sobre a oratória. Realmente um manual muito elucidativo, ao contrário de muitos vendidos "à torta e a direita". Muito bom.

06. Sola Scriptura. Paulo Roberto Batista Anglada. Os Puritanos, 205 págs.
Um bom livro, porém raso em algumas questões pivotais que giram em torno da Bíblia.

05. Soli Deo Gloria. Paulo Roberto Batista Anglada. Knox Publicações, 258 págs.
Um livro interessante, de leitura agradável e informativa. O autor atinge com propriedade os objetivos propostos em torno do ser divino e suas obras.

04. Com vergonha do Evangelho. John Macarthur. Fiel, 276 págs.
Foi o primeiro livro que li de Macarthur, e confesso que não será o último, pois este brilhante escritor nos cativa a atenção por meio de cada pagina. "Com vergonha do Evangelho" é uma obra de valor inestimável. O autor convida-nos a viver um evangelho autêntico, longe de qualquer invencione humana.

03. Eu, um servo? Você está brincando! Charles Swindoll. Betânia, 231 págs.
Swindoll nos brinda, a cada capitulo deste livro, com verdades irrefutáveis acerca do servir a Deus, usando uma linguagem de fácil compreensão. Confronta-nos, por diversas vezes, com as concepções errôneas que adotamos no transcorrer de nossa vida eclesial.

02. A rebelião do Deus domesticado. Renold J. Blank. Paulinas, 137 págs.
O autor historia, analisa e fundamenta de forma contundente os fatos acerca da relação Deus x Homem, chegando a afirmar que consciente ou inconscientemente o homem enclausura Deus a um ambiente de meras formalidades objetivas, subjetivas e até normativas. Diante disso, como em um salto de liberdade, este Deus domesticado se rebela e passa a desmistificar a ideia errônea construída sobre si próprio.

01. Paulo e Estevão. Federação Espirita Brasileira (FEB), 600 págs.
Romance editado pelo Espírito Emmanuel; psicografado por Francisco Cândido Xavier. Livro fantástico! Apresenta-nos episódios históricos do cristianismo primitivo, fomentando uma nova perspectiva histórica do inicio do mesmo. Contudo, algumas partes que registram experiências transcendentais devem ser repensadas. Agradeço ao Pr. Luiz Genilce Bezerra pela recomendação.

Nenhum comentário: