segunda-feira, 1 de novembro de 2010

Dignidade faz parte do seu dia-a-dia?


Chamar um político de corrupto se tornou comum no mundo cívico. Isso nos leva a inquirir: Será que existia corrupção na ditadura? Claro que sim, todavia era mascarada, não se podia falar e nem denunciar, seria um ato de heroísmo se um jornalista comentasse algo sobre o assunto.
Todo político, quando eleito, torna-se o reflexo dos seus eleitores. De certa forma, somos coniventes com o sistema de corrupção que se instaura, pois muitas vezes votamos nos candidatos por mero interesse, exigindo algo em troca.
Corrupção é um tipo de furto? O que dizer quando se simula uma gravidez para ter prioridade na fila, suborna-se um guarda, compra-se algo roubado, quantas pessoas fazem isso? Será que existe alguma distinção entre o que procede desta maneira para aquele de colarinho branco?
Ante o exposto, convém salientar que as práticas corruptas do povo ou daquele que critica o político e suas formas de organização, equiparam-se as do ambiente político que tanto censura. O eleitor considera-se, suficientemente, honesto, mas mesmo assim pratica ou aceita uma série de transgressões em seu cotidiano.
Os brasileiros estão acostumados em pensar que corrupção esta unicamente associada aos políticos. Porém, fato é que corrupto é todo aquele que pratica indevidamente uma ação, causando detrimento a outrem. Sendo assim, é de vital importância a busca de meios de coibir a corrupção em todas as áreas.

Texto original “Dignidade faz parte da sua ética?” produzido por Aline de Sousa Leite, com adaptações feitas por Ederson da Silva dos Reis.

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