quinta-feira, 24 de setembro de 2009

SOCORRO! VIVEMOS UM CRISTIANISMO EM CRISE

Por Ederson da Silva dos Reis


A obra:
HANEGRAAAFF, Hank
Cristianismo em crise
E.U.A: CPAD, 1993.
Um câncer esta devorando a Igreja de Cristo. Se ele não for exterminado agora, as conseqüências serão catastróficas. Lideres e mestres influentes estão utilizando o poder da mídia para deturpar a palavra de Deus e promover doutrinas que só trazem dissensões e instabilidade espiritual. Oferecendo aos fiéis uma fé e lhes enganando a verdade.
Nos últimos anos, multidões que professam o nome de Cristo assumiram uma postura altamente distorcida em relação ao que significa, realmente, ser cristão. Talvez o mais alarmante seja que milhões tem sido impedidos de levar a serio as reivindicações de Cristo porque percebem o cristianismo como algo negativo e os lideres cristãos como artistas do contra.
Um câncer ameaçador representado por falsos mestres pertencentes ao denominado “movimento da fé” tem crescido alheio à palavra e divorciado de toda a verdade. Este câncer vem sendo alimentado por um cristianismo superficial.
As pessoas estão sendo ludibriadas por um evangelho de ganância e abraçando doutrinas cuja origem é inegavelmente, mística. Verdades eternas extraídas da palavra de Deus estão sendo pervertidas numa mitologia perversa, enquanto isso o cristianismo esta despencando e posteriormente perdendo a sua originalidade.
De acordo com o autor precisamos mudar nossa percepção de Deus como um meio para se chegar a um fim o qual é a verdade e assim desmascarar as heresias divulgadas por esses falsos mestres, e mudar duma teologia baseada em perspectivas temporárias para uma teologia alicerçada sobre verdades eternas.
Em meio a tantas heresias, um tema significativo tem vindo à tona. Esse tema, escondido na mensagem e, nos ensinos desses mestres é que a fé é uma força.
Kenneth Copeland é um dos protagonistas dessa heresia, pois crê tão firmemente nesse conceito que chegou a cunhar a expressão força da fé. De acordo com Copeland, essa força origina-se de Deus, de seu coração sem limites de fato conforme ele afirma o mundo “nasceu da força da fé, que residia dentro do ser de Deus, e que Deus não pode fazer qualquer coisa a parte dessa força, sem a força da fé”. (cap. 5, pág. 71 e 72, 4º parágrafo).
Em contraposição a esse conceito ao dizer que Deus é incapaz de fazer qualquer coisa sem a força da fé, ele esta comensurando o poder de Deus,

esquecendo-se de que Deus é o começo, meio e fim de todas as coisas. Ora se Deus é a origem de todas as coisas, logo a fé se origina de Deus. Portanto a fé como sendo um fundamento criado por Deus não exerce nenhum poder sobre o mesmo.
Como se não bastasse negar a autenticidade da fé, os falsos mestres tentam inutilmente rebaixar Deus. Para ratificar essa assertiva, considere os dizeres trágicos de Kenneth Copeland:
“Fiquei chocado quando descobrir quem são os maiores fracassos da bíblia realmente… o maior deles, em toda a bíblia, é Deus… Ora, a razão pela qual você não pensa em Deus como fracasso que ele é, decorre do fato de que Ele nunca se declarou como tal. E você não é u m fracasso enquanto não diz que é”. E ainda acrescenta: “Adão cometeu alta traição, e naquele ponto, todo o domínio e autoridade que Deus lhe concedera foram entregues a satanás. De súbito, Deus estava do lado de fora olhando para dentro... Após sua queda, Deus achou – se numa posição peculiar... Precisa dum canal para voltar a terra... Assim, lançou sua proposta e Abraão a aceitou. Isso, ao mesmo tempo em que deu a Deus acesso a terra, deu ao homem acesso ao homem acesso a Deus... Tecnicamente, se Deus tivesse chegado a quebrar o pacto, teria de destruir a si mesmo” (cap. 10; pág. 136).
Mediante a estas afirmações feitas por Copeland, o autor faz a seguinte refutação: “Ora, afirmar que Deus é um fracasso e pôr em dúvida a própria reivindicação divina de onipotência. Deus não pode falhar, não falhou e nem jamais falhará. Ele não precisa negociar com uma ou outra criatura sua a fim de obter acesso à mesma. Tal idéia é absurda e nega o poder indescritível de Deus”.
Vale salientar que o pensamento equivocado de que Deus perdeu o controle implica dizer que Ele foi pego fora de guarda, que se descuidou quanto a algum fator vital, mas tal coisa não pode acontecer ao Deus das Escrituras, pois coisa alguma é capaz de surpreendê-lo. O deus de Copeland bem pode ser um fracasso, pois depende da beneficência de sua criação, mas é um deus puramente imaginário. O Deus das Escrituras, ao contrário, é auto-existente, transcendente e invencível, e seu conhecimento é verdadeiramente perfeito.
Vale ressaltar que Copeland não é o único mestre da fé a ensinar heresias absurdas a respeito de Deus. Benny Hinn também abraça uma heresia conhecida como triteísmo – a falsa crença da existência de três deuses. Num sermão levado ao ar para uma audiência potencial de milhões, Hinn declarou que recebera uma suposta “revelação”, cujo conteúdo é o seguinte:
“Homem, sinto uma revelação vindo até aqui onde estou. Ergam as mãos, eu sentia isso enquanto me encaminhava para cá. Espírito Santo assuma o controle, no nome de Jesus. Deus Pai, senhoras e senhores, é uma pessoa, e Ele é um ser trino por si mesmo, separado do Filho e do Espírito Santo. Vejam, Deus Pai é uma pessoa, Deus Filho é uma pessoa e Deus Espírito Santo é uma pessoa. Mas cada um deles é ser trino por si mesmo. Se é que posso chocá-los e talvez devesse, há nove deles. Deus Pai é uma pessoa com seu próprio espírito pessoal, com sua própria alma pessoal e com seu próprio corpo espiritual. Vocês não podem argumentar com a Palavra, podem? Esta tudo na Palavra!” (cap. 10; pág. 134).
A respeito disso o autor em uma linha de pensamento clara e objetiva diz que a assertiva de que cada membro da trindade tem seu próprio e distinto corpo espiritual subentende que existam três seres separados e distintos, em outras palavras três deuses. Essa visão antibíblica (triteísmo) corre contrária a tudo quanto as Escrituras ensinam que há um só Deus, revelado em três pessoas.
Até agora vimos que os mestres da fé recriam o homem a imagem de Deus, rebaixam Deus a condição humana, e dei ficam satanás como se fora um deus. Daqui em diante nós os veremos rebaixarem Cristo ao nível dum mortal qualquer. Basta considerar esta inacreditável declaração feita por Copeland:
“[Adão] era a cópia, parecendo-se exatamente com Deus. Se você pusesse Adão ao lado de Deus, veria que um e outro são exatamente iguais. E se pusesse Jesus lado a lado com Adão, eles se pareceriam e soariam idênticos” (cap. 12; pág. 147).
É bem verdade que o homem foi criado a imagem e semelhança de Deus, mas de forma alguma isso nos da o direito de rebaixar Deus a condição humana, pois, imagem e semelhança de Deus no homem esta intrinsecamente ligada a aspectos morais e/ou espirituais.
É impressionante como a teologia da fé consegue reduzir Jesus a um pequeno homem, e esse a um pequeno deus. Ao que tudo indica quase todos podem vir a ser deus exceto Jesus.
Espantosamente, Copeland deifica o homem e rebaixa Jesus Cristo. Confunde-nos a mente ouvi-lo:
“Por que Deus tem de pagar o preço por isso? Ele precisava dum homem que fosse igual ao primeiro. Tinha de ser um homem. Precisava ser inteiramente homem. Ele não pode ser um deus e invadir o espaço a que com atributos e dignidades que não são comuns ao homem. Ele não pode fazer isso. Não seria legal” (cap. 12; pág. 149).
Não somente Copeland reduziu Jesus a uma copia em papel carbono do homem que percorria o jardim no Éden como se Adão fosse Theanthropos (o Deus-Homem), mas despoja claramente o senhor Jesus Cristo de todo e qualquer indicio de deidade.
Copeland ao dizer que Jesus não poderia invadir o espaço com atributos e dignidades incomuns ao homem, ele esquece que Jesus veio como homem, porém sendo Deus. Pois mesmo aniquilando-se da sua glória, fazendo-se homem fadado a toda e qualquer necessidade humana, não se pode ignorar que o que faz Jesus ser Deus são os seus atributos morais, os quais são: Santidade, Justiça, Veracidade, Fidelidade, Bondade, Misericórdia, Longanimidade e Amor. Para corroborar que Jesus é Deus em carne humana, sugiro a leitura do trecho a seguir: “…por que sendo tu homem, te fazes Deus a ti mesmo” (João 10.33b). Jesus proclamou-se mesmo Deus, mas Copeland, a semelhança dos judeus que pretenderam apedrejalo (Jesus), proclama-o um mero homem. Mas o que dizer do texto de João 5.18? Aqui, os judeus ainda, mas procuravam mata-lo (Jesus), por que não só quebrantava o sábado, mas também dizia que Deus era seu próprio Pai, fazendo-se igual a Deus. Ou ainda que dizer sobre João 8.58, onde Jesus afirma: “Em verdade, em verdade Eu vos digo que, antes que Abraão existisse, Eu Sou”? Jesus deixou sua deidade tão clara neste texto, que ninguém deveria ser capaz de confundir-se a respeito. Ao usar a expressão “Eu Sou”, Jesus de forma inequívoca, identificou-se com o Deus eterno. E isso não foi um deslize inadvertido da pena que o Apóstolo João usava para escrever. Em muitas outras passagens, o Apóstolo registra Cristo usando uma terminologia similar para reivindicar sua deidade (cf. Jo 1.1,14; 3.13; 17.5).
Sendo assim devemos esta preparados para demonstrar que Jesus Cristo é Deus, o que se comprova, entre outros pelo fato inegável de sua ressurreição. A ressurreição de Jesus Cristo é o maior feito já registrado nos anais da história humana. Por meio de sua ressurreição, Jesus demonstrou que não faz parte da turma em que estão Buda, Maomé e qualquer outro fundador de religião. Eles morreram e ficaram mortos, mas Cristo voltou à vida!

A ressurreição é a pedra angular do cristianismo, por isso se for removida, tudo o mais desmoronará, pois as evidências em apoio a mesma são tão avassaladoras que ninguém pode examiná-las de mente aberta, desejoso de conhecer a verdade, sem tornar-se convicto de que tenha realmente acontecido.
Outro tema a ser analisado é que a primeira falha do Movimento da fé na sua descida para o reino das seitas, enquanto foge ao cristianismo bíblico, envolve a alegada transformação de Cristo – de ser divino a demoníaco. Uma hoste de celebridades influentes ou ensina esse conceito ou se mostra disposta a defendê-lo. Basta salientar, a seguinte declaração de Benny Hinn, pretensamente dita a ele pelo Espírito Santo:
“Senhoras e senhores, a serpente é um símbolo de satanás. Jesus Cristo sabia que a única maneira de parar satanás era tornar-se uno e natureza com ele. Talvez você diga: ‘que foi que ele disse? Que blasfêmia é essa? ’ Não. Ouça isto! Ele não tomou meu pecado; ele tornou-se meu pecado. O pecado é próprio do inferno. Foi o pecado que gerou satanás… o pecado é que fez satanás. Jesus disse: ‘Eu serei pecado! Irei ao mais profundo lugar! Alcançá-lo-ei na origem! ’ Quando Jesus tornou-se pecado, senhores, tomou-o de A a Z e disse: ‘nunca mais!’ pense nisso: Ele tornou-se carne, para que a carne se torna-se como Ele. Ele tornou-se morte, para que homens moribundos pudessem viver. Ele tornou-se pecado, para que pecadores possam ser justos nEle. Ele assumiu a natureza de satanás, para que todos quantos tinham a natureza de satanás pudessem participar da natureza de Deus” (cap. 13; pág. 165 e 166).
Mediante a esta declaração extremamente horrenda, e sem base bíblica pode-se afirmar sem titubear que as Escrituras que o pecado humano foi depositado na conta de Cristo (Is 53.4,5). Noutras palavras, nossos pecados são imputados a Cristo enquanto que sua retidão é imputada a nós. É claro que os conceito leviticos de substituição e imputação são plano de fundo de 2 Coríntios 5.21. Desta feita Jesus não se tornou literalmente pecado, pois o mesmo foi imputado a Ele. A Bíblia insiste que o sacrifício de Cristo foi uma oferta vicária suficiente, precisamente por constituir um sacrifício sem pecado. Um respeitado comentador colocou assim a questão:
Mas Deus o fez pecado, isto é, Deus Pai fez de seu inocente e encarnado filho o objeto de sua ira e julgamento, por nossa causa. Como resultado, em Cristo sobre a cruz, o pecado do mundo foi julgado e tirado. Nessa verdade reside toda a lógica da reconciliação… por um momento se quer Ele (Jesus) deixou de ser reto, senão a substituição incondicional aqui retratada pelo apóstolo,mediante a qual nosso pecado e transferido a Ele e sua retidão a nós, nada seria além de ficção ou alucinação.” (cap. 13; pág. 170).
São dignos de nota os textos de Números 21.8,9 e João 3.14, pois também são freqüentemente citados juntos pelos proponentes da fé a fim de “provar” que Jesus não foi o Cordeiro imaculado, sobre a cruz, uma vez que tomara a natureza de satanás, o argumento segundo o autor segue mais ou menos a seguinte linha: visto que Jesus foi “levantado” na cruz mesmo modo que Moisés “levantou” a serpente de bronze no deserto, deve igualmente ter tomado a natureza de satanás, simbolizado pela serpente.
Longe de provar que Jesus assumiu a natureza de satanás, tais textos referem-se à maneira de sua morte, a saber, que foi levantado. Isso tornar-se particularmente claro em João 12.32, onde lemos: “E Eu, quando for levantado da terra, todos a trairei a mim”. O versículo 33 esclarece o sentido das palavras de Cristo: “e dizia isso significando de que morte havia de morrer”. Outrossim, devemos nos perguntar como Jesus poderia ser “oferta e sacrifício a Deus, em cheiro suave” (Ef 5.2), se é que de fato se tornara tão vil como uma serpente sobre a cruz.
Aqueles que acreditam que Jesus tornou-se um ser satânico sobre a cruz devem enfrentar outras questões difíceis. Por que Deus, por exemplo, em Isaias 53.11, refere-se a Jesus como seu “servo, o justo”, enquanto este leva as nossas iniqüidades sobre a cruz? Tal declaração não faz sentido sendo Jesus transformado num ser demoníaco. Também parece grotescamente sem lógica que Jesus, na cruz, com a suposta natureza de satanás ter intercedido por seus acusadores (Lc 23.34). Não há como alguém, com a natureza de satanás, orar a Deus e ainda chamá-lo de Pai, por outro lado, soa igualmente absurdo pedir a satanás para mostrar misericórdia.
Assim sendo, fica claro que essa doutrina da teologia da fé não tem qualquer fundamento bíblico.
Esse é, essencialmente, o problema com a teologia da fé. Ao transigir, confundir e contradizer a cruz do cristianismo, os mestres da fé têm predisposto os corações dos homens ao que é temporário, e não a eternidade. Benny Hinn sumariou os sentimentos do movimento da fé durante um esforço de recolhimento de dinheiro, ao dizer: “anos atrás costumavam pregar: ‘ó, nós andaremos por ruas de ouro’. Já eu digo: ‘não preciso de ouro lá em cima. Quero o ouro aqui embaixo’”. (pág. 354).
Quão diferente é o ensino de Jesus! Ele jamais prometeu um paraíso aqui na terra, todavia Ele nos alertou: “No mundo tereis aflições…” Antes, prometeu a si mesmo: “Eis que estou convosco…” nosso relacionamento com Jesus é nosso maior tesouro, pois ele não se restringe há um dia, mais se introduz na eternidade:” Todos os dias, até a consumação dos séculos”.
Jesus Cristo não é de modo algum um meio de atingirmos nossos próprios fins. Ele é o fim!
Nesse ínterim, em meio ao crescimento desenfreado de falsos mestres divulgadores de heresias extremamente absurdas, as pessoas correm freneticamente duma igreja para outra, procurando uma solução rápida, confundindo-se cada vez mais, conduzidas por fantasias e modismos. Desde reuniões que alardeiam uma “invasão de milagres” a formas de esoterismo mascarados, como o “conhecimento por revelação”, as formulas sensacionalistas tem se tornado a norma desse jogo. Manias doutrinárias proliferam a uma velocidade incomparável que deixam as pessoas desorientadas, o que abre espaço para o grito frenético: “Não sei mais no que acreditar!”.
Entretanto, a boa noticia é que ainda poderemos ser participantes de um cristianismo ortodoxo, ou seja, voltar ao foco da visão perfeita, porém isso só acontecerá se retornarmos aos princípios básicos ou por que não dizer para os princípios bíblicos da fé cristã. Pois o evangelho acha-se no âmago da fé cristã.
Se os crentes não sabem como fazer para compartilhar sua fé é porque nunca se debruçaram com vontade sobre o evangelho, incluindo ai o registro escrito. O evangelho deve fazer parte do cristão duma maneira tal que seja considerada sua segunda natureza. Sendo consciente que o evangelho fica sem sentido se não repousar sobre o firme alicerce da doutrina cristã essencial.
O Movimento da Fé pode usar a terminologia cristã quando fala de elementos essenciais, mais o significado que atribui às palavras é decisivamente antibíblico, pois basta saber que eles (mestres da fé) redefinem a fé como uma força, e Deus como um ser dotado de fé, e ainda corrompem a morte vicária de Cristo sobre a cruz, transformando assim a mensagem cristã do evangelho da graça num evangelho de ganância.
Apesar da importância de se preservar as doutrinas cristãs essenciais ter sido trivializada pelo ensino da fé, elas continuam tendo um papel fundamental na definição correta da fé verdadeiramente bíblica. A doutrina cristã essencial provê a chave para uma vida cristã bem sucedida. Provê o arcabouço pelo qual podemos nos relacionar devidamente com Deus, em oração e compreendendo exegeticamente a Bíblia.
Em suma, o autor (Hank Hanegraaff) deixa claro que é de suma importância desmascararmos os falsos mestres que estão transformando as verdades em mitologia. E para que assim possamos propor soluções a um Cristianismo em crise, mediante a preocupação com a originalidade do mesmo. A fim de trazer o esclarecimento da verdade a todos quantos estão sendo conduzidos a uma fé fajuta baseada em meros pensamentos e vãs Filosofias. Desta feita o livro Cristianismo em crise é recomendável para todos os cristãos que se preocupam em conservar a sã doutrina.

Um comentário:

Hermes C. Fernandes disse...

Parabéns pelo belo trabalho no blog. Já estou seguindo!

Aproveito para lhe convidar a conhecer o meu blog, e se desejar segui-lo, será uma honra.

Seus comentários também serão muito bem-vindos.

Te espero lá!

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