domingo, 8 de janeiro de 2017

Minhas Leituras em 2017

03. Qual a missão da Igreja? Kevin DeYoung e Greg Gilbert, Fiel (2012), 357 págs.
Esperava mais da leitura. Os autores transitam pela chamada justiça social, buscando apresentá-la ao ávido leitor. A conclusão que chegam não poderia ser outra, a de que a missão da Igreja baseia-se na Grande Comissão. Concordo plenamente. Contudo, discordei em muitos momentos de algumas considerações sobre a perspectiva missional dos autores, tecidas a partir da análise interpretativa de textos bíblicos. A meu ver, alguns apontamentos são repetitivos e desnecessários. Porém, a abordagem de modo geral é pertinente. A leitura é instigante. Guardadas as devidas proporções, recomendo.

02. A lei. Frédéric Bastiat, Faro Editorial (2016), 139 págs.
Um livro indicado pelo amigo Solerno Gueiros e presenteado pela amiga Elisa Sousa. Obrigado. É bom ter amigos. Bem, este é um clássico do autor. Um livro que nos ajuda a entender o que está acontecendo no Brasil. Bastiat apresenta as razões da esquerda não funcionar e as bases do pensamento liberal. Para tanto, transita pelas ideias de pensadores acerca da política e do modus vivendi do individuo na sociedade. Uma riqueza de conteúdo. Temas como liberdade, igualdade, propriedade, sufrágio universal e outros ganham destaque na obra. Um livro que nos auxilia no processo reflexivo de nossa percepção sociopolítica. A leitura vale a pena. Sugiro que você leia-o. Melhor, devore-o. 

01. Em seus passos o que faria Jesus? Charles M. Sheldon, Mundo Cristão (2007), 278 págs.
Dada a largada de leitura anual. Pra começar em grande estilo, um clássico da literatura cristã. Escrito no final do século 19. Narra as significativas transformações advindas do desafio lançado por um pastor a sua comunidade, onde todas as ações, sejam individuais ou coletivas, deveriam ser orientadas pela pergunta "o que faria Jesus em meu lugar?". Coisas incríveis acontecem com aqueles que aceitam o desafio, bem como com aqueles que o cercam. Um convite a prática da fé e quebra de paradigmas. Sou grato por ter lido esta obra. Em todo tempo da leitura encontrei-me revistando minha história e ressignificando meu presente e futuro. A leitura inebria. Se recomendo? É óbvio que sim. Se me vale um conselho, você deveria ter este livro como leitura obrigatória.

quinta-feira, 13 de outubro de 2016

ENCONTRO DE ORIENTAÇÃO 2016.4


quarta-feira, 5 de outubro de 2016

ENCONTRO DE ORIENTAÇÃO 2016.3


domingo, 28 de agosto de 2016

ENVOC 2016.3


segunda-feira, 4 de julho de 2016

ENVOC 2016.2


sexta-feira, 10 de junho de 2016

SE NÃO FOR PRA SER ASSIM, NÃO QUERO SER!

Meus amigos, de perto e de longe, próximos e distantes, pessoais e virtuais, torno pública minha decisão, a saber:

NÃO quero mais ser evangélico;
NÃO quero mais ser reconhecido como religioso;
NÃO quero mais ser chamado de intolerante;
NÃO quero mais ser denominacionalista;
NÃO quero mais ser assembleiano;
NÃO quero mais ser pastor;
NÃO quero mais ser...


Se for pra usar a religião em detrimento da humanidade do outro, não quero ser.
Se for pra ser como muitos por aí, não quero ser.
Se não for para sinalizar o reino de Deus, NÃO quero mais ser tudo isso que engloba o mundo exclusivista da religião.

Quero ser parecido com o Cristo, a tal ponto que eu seja uma expressão dele na terra.
Quero ser humano.
Quero amar as pessoas como se não houvesse amanhã.
Quero viver a vida e não ter a vergonha de ser feliz.
Quero andar devagar, sem pressa.
Quero ouvir, ver e sentir Deus na musicalidade brasileira;
Quero poder errar, sem medo de represálias.

Se não for pra ser assim, não quero ser!
 
© Ederson Reis

quarta-feira, 1 de junho de 2016

AÇÃO SOLIDÁRIA 18.06.2016

No dia 18 de junho de 2016 a Igreja Assembleia de Deus estará celebrando 105 anos de sua existência em solo brasileiro.
Sendo assim, nada melhor do que celebrar seu aniversário servindo a comunidade.
Portanto, nesse dia a Assembleia de Deus em Icoaraci, através da Associação Mais Amor, estará promovendo uma ação solidária no bairro do Tapanã, em Belém/PA.
Será um tempo de amor e serviço.
Vamos?